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07
Out
09

novamente os toys

Navegando pela internet, encontrei um site que apresenta o Projeto Colaborativo de Toy Art elaborado pelo gaúcho Fernando Quines. O Coco é um Toy produzido em resina branca com 8,5 centímetros de altura e 235g pronto para ser customizado. Está disponível para ser adquirido no modelo original como também os que foram customizados por artistas convidados para participar do projeto.

Os exemplos abaixo foram realizados por Fernando Quines e diversos artistas convidados a partir do modelo criado por ele.

toys 2

Mais imagens do Coco customizado no site CocoToyArt. Vale à pena conferir.

Rosana Berwanger

15
Set
09

a arte dos toys

Muitos artistas, designers, comunicadores estão apostando numa forma e espaço de criação diferenciado dos tradicionalmente reconhecidos pelo mundo da arte. O Toy Arte vem aos poucos ganhando adeptos com profissionais que tem a arte, criação, customização, e compartilhamento de idéias como princípio.  É comum que um designer de Toy realize a customização de um modelo de outro artista. Apresentam suas produções em sites, blogs, lojas especializadas, galerias e museus.

Figura1

A Toy art  são objetos cuja estética baseia-se em elementos da moda, da urbanidade e do design cujo objetivo maior é a customização e/ou coleção e exposição desses objetos.

Figura2 São geralmente criados a partir de um mesmo modelo que recebe pintura e acabamento diferenciados. Alguns Toys são oferecidos para o público colecionados com a proposta de Do It Yourself, ou seja, “faça você mesmo”. São customizáveis onde cada um atua pintando, desenhando, agregando materiais sobre um  modelo pré-definido.

Quanto aos materiais, os mais recorrentes são vinil, os chamados de “vinyl toys”, mas ainda pode-se mencionar o papel, pelúcia, tecido, metal, resina e madeira.

Figura3

figura4

07
Ago
09

arte + intervenções urbanas e ações efêmeras

Ações individualizadas de artistas ou de grupo de artistas invadem cada vez mais os espaços públicos das cidades. Essas ações caracterizam-se na sua grande maioria por serem temporárias e que tem como mote proporcionar experiências, sensações ou reações a um público variado de pessoas. Novas formas de expressão em que a experiência estética acontece nos espaços públicos das cidades em que grupos sociais ou indivíduos se encontram invertendo uma lógica do lugar da arte – galerias, museus, salas de exposições – para somente um público especializado ou disposto a um deslocamento a esses locais.  O público passante por esses lugares é provocado para deixar de ser um mero espectador, para vivenciar a experiência de uma ação, de um momento diferenciado, instigante e/ou provocativo.  

Grupos como Poro – Interferências em Arte,de Belo Horizonte, formado pelos artistas Brígida Campbell e Marcelo Terça-Nada atuam com intervenções no espaço público desde 2002,  realizando diversos trabalhos entre eles “Enxurrada de Letras, Jardim, Imagem…Cor, Folhas de Ouro” entre outros.  No seu Blog grupo pergunta: “É possível re-sensibilizar o espaço urbano?” Pergunta tão provocadora como sua arte. Campbell e Terça-Nada acreditam que suas ações artísticas podem sim despertar a sensibilidades de um público que transita nos espaços em que eles atuam.

Enxurrada de Letras Poro 2004

Enxurrada de Letras Poro 2004

Outro grupo que propõe a arte pública e por vezes com resultados que ficam no limite entre uma ação cotidiana e uma ação artística propriamente dita estabelecendo uma relação muito próxima entre a arte e vida é o grupo GIA – Grupo de Interferência Ambiental (http://giabahia.blogspot.com ). Composto por artistas visuais, designers e arte-educadores que têm em comum a identificação com as linguagens contemporâneas da arte. Em suas propostas, o grupo traz como mote a frase “acredite nas suas ações!”, como forma de envolvimento do publico na ação desenvolvida, fazendo, muitas vezes que este seja estimulado efetivamente agir para que esta se concretize.

Ações provocativas e bem humoradas são sugeridas para que o público a desenvolva. Exemplo disso é o trabalho “Soluções práticas para problemas contemporâneos”. Nele o grupo sugere uma ação para não esquentar a latinha de cerveja no carnaval e ainda dar utilidade ao saquinho plástico, que como aponta o grupo: “você trouxe do mercado por ter esquecido a sacola retornável”, afirmando assim que: “essa é uma boa opção!”

 NO_ESQ~1 
 O site dos grupos Poro e Gia merecem uma visita para todos que desejam aprofundar seus conhecimentos sobre a arte contemporânea e intervenções urbanas que tem o indivíduo e suas múltiplas percepções como ponto principal para suas ações. 

Rosana Berwanger Silva

05
Ago
09

terra + arte

terra arte




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